O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) apresentou projetos e defendeu em discursos nas últimas décadas a esterilização dos pobres como meio de combater a criminalidade e a miséria.No último dia 23, ele afirmou na marcha dos prefeitos a Brasília que estuda colocar no seu plano de governo uma proposta de

Fonte: Bolsonaro defendeu esterilização de pobres em discursos e projeto passados

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Magistrada teria impedido defensor de ver processo que seria julgado

Fonte: VEJA: Em audiência, juíza manda prender advogado, que manda prender juíza

Tititi forense em Caxias do Sul (RS). Profissional da advocacia escreve que “decisões dessa natureza (grave, ofensiva, ultrajante e afrontosa) são raramente verificáveis no cotidiano dos operadores do direito”.

Fonte: Advogado peticiona oferecendo exemplar do CPC ao juiz

Fonte: Infonet – Sua internet com muito mais vantagens

Antes que sejam tomadas conclusões precipitadas diante da mera leitura deste título, de pronto eu afirmo: NÃO SOU CONTRÁRIO À GREVE DOS CAMINHONEIROS! Durante alguns dias venho relutando em escrever sobre o assunto. Na verdade, há um bom tempo não escrevo. Não que não exista assunto em pauta. É justamente o contrário. Os problemas brasileiros, sobretudo no meio jurídico-político, só vem crescendo a níveis exponenciais, tornando difícil e, até mesmo, desanimador redigir. A cada amanhecer já se espera a “bomba do dia”, o novo escândalo de corrupção, “a bola da vez” dos mandados de prisão da Polícia Federal. Mas voltemos ao assunto da polêmica greve.

Primeiramente é salutar que se ressalte a grandiosidade e força desse movimento grevista. Não me recordo de algo assim em meus 31 anos de existência. O movimento grevista, com suas pautas de lutas justas (diga-se de passagem), mostrou a outra face dessa profissão ao país: a desvalorização desses profissionais, seu sofrimento diário, as duras penas de se trabalhar longe da família e passar dias nas estradas esburacadas e desestruturadas de nosso país, dentre outras questões. Tudo isso veio à tona até mesmo para aqueles que fingiam não ver. Restou cabalmente demonstrado o quanto o país depende do trabalho dessa classe de trabalhadores.

Exatamente por esses pontos destacados, a greve dos caminhoneiros tem o seu valor e merece aplausos de todos os brasileiros. Todavia, antes que se saia por aí rendendo “apoio cego” ao movimento (não que este não mereça que nos engajemos em sua luta) se fazem necessárias algumas observações, uma vez que toda ação humana é determinada por forças conscientes, às vezes, ocultas. Diante disso, três pontos dessa greve, sob minha ótica, merecem um olhar um pouco mais acurado e crítico do cidadão, até porque o desenrolar desses “pseudo acordos” do Governo Federal com algumas lideranças do movimento (estas ilegítimas segundo a grande maioria dos caminhoneiros), pode refletir negativamente em toda nação e seu povo.

A primeira questão a causar estranhamento (pelo menos para mim) é que nossa pátria amada possui um notório histórico de violência quanto ao tratamento dispensado a movimentos grevistas. Sempre que se vê uma greve de alguma categoria, ou sempre que se via antes dessa, o Estado sempre usou e abusou da força policial, granadas de gás lacrimogênio e bombas de efeito moral para recepcionar os grevistas. Neste caso específico dos caminhoneiros, apesar da magnitude do movimento e dos seus resultados, não se viu isso. Teria o Brasil subitamente humanizado seu tratamento com o direito de greve e seus trabalhadores?

A segunda reflexão que incito diz respeito aos pontos do “possível acordo” proposto pelo Governo Federal ao movimento, segundo o qual haveria redução a zero da CID incidente sobre o diesel e a redução mínima em relação a outros impostos também incidentes sobre o referido óleo. Mas isso sairia de graça? Definitivamente não. O Presidente ilegítimo de nosso país, cujo nome não me sinto confortável nem em pronunciar, anunciar que a Petrobrás não iria ter prejuízos com essa redução e que o Governo Federal iria compensá-la. A pergunta que fica é: se a Petrobrás não terá prejuízo, no colo de quem cairá essa conta? Lhes garanto, meus queridos leitores, que não é na própria carne que o Governo vai cortar. Vem aí mais aumento de impostos em outras frentes e mais uma vez é você, eu e todos nós, como sempre foi, lamentavelmente.

Por fim, nosso povo possui um comportamento interessante… Ao mesmo tempo em que declara apoio ao movimento, esquece-se que a pauta de reivindicações interessa somente a classe que está em luta. Em momento algum se discutiu a redução dos preços da gasolina e do etanol para o restante da população. Como se isso não bastasse, em vez de apoiar deixando intocáveis os estoques de combustíveis nos postos, promovendo uma verdadeira pressão nacional sobre o Governo e os cartéis de postos de gasolina, o povo se amontoa em filas para encher o tanque e ao preço que estiver na bomba naquele dia, dando ainda mais lucro aos empresários do ramo. Que este ponto não seja interpretado como uma crítica ao nosso povo, mas apenas um ponto de reflexão. Digo isso porque também peguei fila para abastecer, uma vez que não posso sozinho contra a correnteza. Será que não consistiria num apoio mais efetivo do povo também não abastecer e parar? Tudo o quanto aqui foi dito, demonstra o quanto nossa nação e nosso sentimento de cidadania ainda precisam evoluir. Não passamos, de fato, de um país em desenvolvimento a passos ainda muito lentos.

 

Uma decisão da 4ª Vara Federal de Niterói expedida no fim desta tarde autoriza o uso das Forças Armadas para retirar os caminhoneiros de um trecho da BR-101

Fonte: Justiça autoriza uso das Forças Armadas para retirar caminhoneiros

Casal entra na Justiça para obrigar filho a sair de casa e vence

Publicado: 24 de maio de 2018 por Tiago Vieira em NOTÍCIAS

Os pais de um homem de 30 anos resolveram apelar para que o filho saísse de casa: eles o processaram.

Fonte: Casal entra na Justiça para obrigar filho a sair de casa e vence